É muito bacana o fato do hino do clube ficar tocando em altura máxima até o começo da partida, uma prática que poderia ser usada no Brasil e que mexe com os brios dos jogadores e da torcida e coloca tem potencial de colocar mais pressão no adversário. Ajuda também o fato da não realização de entrevistas com os atletas antes da bola rolar, logo depois que entram no gramado, algo que é sempre repetitivo e não acrescenta nada.
Agora, os dois minutos, também de dentro do estádio, desta vez do Vicente Caderón, que antecederam Atlético de Madrid x Barcelona, vitória do time de Messi por 2x1 em partida válida pela 25a. rodada também da Liga BBVA.
Estava com saudade do "madrilenas", hahaha. Muito bom os vídeos, outro nível, outra forma de tratar o futebol...
ResponderExcluirInfelizmente, vai levar mais, no mínimo, uns 50 anos pra chegarmos aí, se chegarmos.
E esse encarte é o que dão todo jogo?
Atletico de Madri e Real: um jogo que há muito deixou de ser classico devido a abissal disparidade financeira entre os dois clubes. e pensar que até a decada de 50 o Atletico é que era era o clube grande.
ResponderExcluirOnde anda você, caro grazas? Cadê os textos? Saudade da sua voz (ou letras) no jornalismo esportivo cearense. Um grande abraço.
ResponderExcluirdo jeito que é no brasil se ficar tocando hino de um time o tempo todo, só rola briga... e muita...
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